Cinema Português >> O Futuro

Actualizado por Halloween77 em 11/01/2009

Mais em Cinema Português:

- O Crime do Padre Amaro (2005)

- Sapatos Pretos (1998)

One Shot Of Travis Bickle

Escrito por Pedro Pereira On 5.7.09 1 comments

À espera de... Public Enemies (2009)

Escrito por Pedro Pereira On 4.7.09 0 comments

Public Enemies
Crime / Drama / Thriller

Realizador por: Michael Mann.
Com: Johnny Depp e Christian Bale.

Posters de Cinema >> Inglorious Bastards

Escrito por Pedro Pereira On 30.6.09 3 comments






Once upon a time in Nazi occupied France...

Transformers: Retaliação (2009)

Escrito por Pedro Pereira On 28.6.09 4 comments
PLOT:
A guerra entre Autobots e Deceptions está instalada na Terra.
O governo americano começa a desconfiar da sua aliança aos Autobots.
Sam Witwicky entra para a faculdade e Mikaela Banes continua a partir corações...

UPS:

  • Bumblebee, o Autobot mais divertido de sempre, e Starscream o seu homónimo nos Deceptions.
  • A qualidade gráfica do filme e algumas cenas de luta (principalmente a do Egipto) entre Autobots e Humanos contra Deceptions.
  • Embora em menor quantidade que no primeiro filme, há que realçar o espírito cómico-pipoca que ainda sobressiste neste Transformers: Retaliação.
  • A beleza de Megan Fox e a habilidade cómica de John Turturro.
  • Os pais de Sam (Kevin Dunn e Julie White), que protagonizam alguns dos momentos mais cómicos do filme.
DOWNS:
  • O argumento fraco e previsível.
  • As explosões de Michael Bay, que a certa altura começam a irritar logo desde o inicio do filme e a complexidade visual que representa a luta entre robots.
  • O desvirtuar da série de animação a criar um robot humano (Isabel Lucas)... Ainda dizem que foi o Exterminador Implacável que veio copiar a fórmula de Transformers???
  • Shia LaBeouf que não consegue sair do mesmo tipo de personagem.
  • Apesar da desilusão já está assinado a produção de um terceiro filme... Resta esperar que este tenha sido o último de Michael Bay no franchise.
NOTA: 6 valores.

Revenge is coming.

Adulthood (2008)

Escrito por Pedro Pereira On 28.6.09 0 comments
PLOT:
Depois do sensacional Kidulthood, Noel Clarke volta à temática da adolescência problemática, desta vez focando-se nos valores da redenção e vingança dos jovens adultos, perdidos devido às suas infâncias problemáticas.

UPS:

  • A tentativa de Noel Clarke, que neste filme é realizador, argumentista e protagonista, de mostrar os efeitos na idade adulta, de uma adolescência problemática (Kidulthood).
  • A energia interpretativa de Adam Deacon (Jay).
DOWNS:
  • Todo o filme acaba por ser um autêntico flop. Ao contrário do primeiro filme, que além de rebelde e simultâneamente dramático, conseguia ser divertido, neste Adulthood nada de novo acontece. O filme está carregado de estereótipos do principio ao fim e o argumento além de forçado, peca pela falta de surpresas.
NOTA: 4 valores.

After 'Kidulthood' comes 'Adulthood'

Música em Sweeney Todd >> "Little Priest"

Escrito por Pedro Pereira On 21.6.09 0 comments
Grande filmes, grandes músicas, extraordinárias interpretações e um magnifico realizador...
Never Forget. Never Forgive.

One Shot Of Trevor Reznik

Escrito por Pedro Pereira On 20.6.09 2 comments

Fake >> ThunderCats Movie Trailer

Escrito por Pedro Pereira On 17.6.09 0 comments
E se Brad Pitt, Hugh Jackman e Vin Diesel fossem os protagonistas de um live action de ThunderCats...
ThunderCats Ho!
Cliquem na imagem e vejam a minha crítica a Exterminador Implacável: Salvação para a Red Carpet.

TV >> A Lenda de Sharpe (1993-2008)

Escrito por Pedro Pereira On 14.6.09 0 comments
Bernard Cornwell é provavelmente o meu escritor de eleição. Dele já li As Crónicas do Senhor da Guerra (3 livros), Em Demanda da Relíquia (3 livros) e a Os Senhores do Norte (que já vai em 4 livros e ainda falta 1). Para além de alguns livros de histórias individuais, faltava-me ler a sua grande colecção de livros de Richard Sharpe, um oficial inglês que combate em Flandres, Portugal e Espanha contra o exército de Napoleão... Pois bem, o primeiro livro Sharpe e os Fuzileiros já cá canta e está pronto para eu o começar a ler, depois só fica a faltar ver esta brilhante série, com Sean Bean como protagonista e sete temporadas de duração.

Over the Hills and far away
Este é garantidamente de série B... Será que importa???

WHITE MAN...BLACK MAN...every MAN! To TAKE to BREAK or PLAY WITH any way she wished!

Elegia (2008)

Escrito por Pedro Pereira On 13.6.09 2 comments
PLOT:
David Kepesh, uma pessoa independente, professor universitário e critico cultural na casa dos 60 anos, apaixona-se pela primeira vez na vida...
Consuela, o amor de Kepesh, tem menos 30 anos que ele, é bela e decidida e ainda tem toda a sua vida pela frente...

UPS:

  • A banda sonora magnifica que acompanha o filme, principalmente nas cenas mais profundas e dramáticas.
  • Os dois actores. Ben Kingsley (Davis Kepesh), por interpretar na perfeição a amargura de quem já está na fase descendente da vida sem nunca ter experimentado verdadeiramente o amor e este agora ser algo proibitivo. Penélope Cruz (Consuela), pela intensidade dramática que imprime no filme, seja nos momentos mais sensuais, onde se despe de preconceitos, seja nos momentos mais sensíveis, onde consegue transmitir com clareza a dor e perdição que a sua personagem atravessa.
  • Os actores secundários, principalmente Dennis Hopper (George O'Hearn) como amigo e confidente de Kepesh e Patricia Clarkson (Carolyn) como a mulher de Kepesh, fria, realista, sensual e que partilha a amargura de Kapesh em nunca ter encontrado alguém que a fizesse verdadeiramente feliz.
  • Apesar da toada por vezes demasiado pausada, a capacidade dramática dos actores e do argumento nunca deixam o filme perder o interesse.
  • A realizadora Isabel Coixet. Depois do sucesso de Paris je t'aime (2006), este Elegia parece ser mais um passo em frente na carreira.
DOWNS:
  • Por vezes o filme parece não desenvolver.
  • A história do filho de Kepesh ser um apêndice desnecessário.
  • O cabelo de Penélope Cruz no final...
NOTA: 7 valores.

Um Belo Par... de Patins (2008)

Escrito por Pedro Pereira On 12.6.09 2 comments
PLOT:
Pete foi abandonado pela namorada Sarah. Sarah traí-o.
Pete foi para o Hawai para esquecê-la. Sarah também foi para o Hawai, mas não foi sozinha...

UPS:

  • Poder ver Jason Segel a brilhar nas salas de cinema, tal como faz brilhantemente em How I Met Your Mother...
  • A beleza das protagonistas Kristen Bell (Sarah Marshall) e principalmente Mila Kunis (Rachel Jansen)
  • A casa de banho do bar do resort...
  • The Puppet Show...
DOWNS:
  • O argumento incipiente. Uma fórmula antiga, cheia de clichés, com alguns bons momentos que se devem apenas ao talento de alguns dos seus protagonistas.
  • Verificar que a máquina de cinema de comédia de Judd Apatow (produtor) tão bem calibrada em Virgem aos 40, Knocked Up e Super Baldas, pode ter aqui começado o seu declínio.
  • O despropósito da cena incial onde Sarah (Bell) termina o namoro com Pete (Segel)...
NOTA: 5 valores.
A falta que Charles Chaplin faz ao mundo do cinema é enorme. Este senhor é um dos grandes responsáveis pela massificação do cinema por todas as classes sociais, sendo ele o autor de algumas das melhores obras de cinema de todos os tempos.
Como amostra disto mesmo, deixo-vos em Relíquias do Cinema, a cena do globo de O Grande Ditador (1940).
The Comedy Masterpiece!

De cara lavada!

Escrito por Pedro Pereira On 10.6.09 7 comments
Pois é! O FightClub77 está de cara lavada!
A verdade é que apesar da sua simplicidade ter sido por diversas vezes elogiada, a imagem anterior já há muito que tinha chegado ao seu ponto de saturação. Assim, aproveitando este fim de semana a meio da semana, decidi dar uma cara nova a este espaço. Penso, que a simplicidade continuará a ser a imagem de marca do blogue, mas a isso acrescento um novo dinamismo que permitirá dar destaque às rubricas que sempre caracterizaram o FightClub77 e algumas funcionalidades que permitirão, entre outras coisas, conhecer ao minuto as novidades do outro projecto do qual faço parte (Red Carpet), bem como de outras notícias de cinema.
Enfim, espero que gostem da mudança e que continuem a acompanhar este no blog nos seus melhores e piores momentos ;)

Nota: Para os mais atentos, é natural que durante os próximos tempos algumas outras coisas possam vir a mudar, por forma a melhorar a funcionalidade do blog.

Cumprimentos,
Halloween77

TV >> Dollhouse (1ª Temporada)

Escrito por Pedro Pereira On 6.6.09 3 comments
PLOT:
O mesmo corpo. Diferentes personalidades.

Elas podem ser quem tu quiseres que sejam!

UPS:

  • O regresso de Joss Whedon (Buffy e Serenity Firefly) à tv com uma nova série que logo à partida prometia ser um enorme sucesso.
  • A ideia de Dollhouse. Um corpo, várias personalidades e diferentes missões.
  • Eliza Dushku (Echo/Caroline), tal como em Tru Calling, ela mostra mais uma vez que se sente à vontade em séries onde a personagem tem que estar em constante mudança.
  • Tahmoh Penikett (Paul Ballard) e Harry Lennix (Boyd Langhton), como o policia que quer desvendar o segredo da Dollhouse e o seu protector respectivamente.
  • Olivia Williams (Adelle DeWitt) a "manda-chuva" e Dichen Lachman (Siera) a outra Doll.
  • A decisão da Fox em dar maior liberdade criativa a Whedon a partir do sexto episódio. Algo que se fez notar instantaneamente na qualidade dos episódios... Resumindo, melhor argumentos, mais surpresas, maior enfase nos personagens e menos nos seus corpos e melhores cenas de acção, mesmo as mais "primárias".
  • Haunted, o melhor episódio desta primeira série de 12 episódios... Para quem não viu, é sobre a vida depois da morte.
  • Apesar das dúvidas causadas pelos fracos resultados de audiências, principalmente causados pelos decepcionantes primeiros episódios da série, a Fox decidiu dar uma nova oportunidade a Dollhouse, renovando o contrato da série para a exibição de uma segunda temporada.
  • As noticias que indicam que após o cancelamento de As Crónicas de Sarah Connor, Summer Glau (Serenity Firefly) poderá ser a nova aquisição de Dollhouse.
DOWNS:
  • Os primeiros episódios foram decepcionantes. É verdade que estas "Dolls" são bastante sexys, mas o erro foi pensar que a série poderia viver apenas da ideia de puder fazer o que se quiser destas bonecas humanas... Felizmente esta parece não ter sido uma ideia de Joss Whedon.
  • O facto destes primeiros episódios poderem ter estragado definitivamente as audiências da série.
  • Fran Kranz (Topher Brink), apesar de ter melhorado nos últimos episódios, continua a ser demasiado irritante e hollywoodesco para quem tem a responsabilidade de programar cérebros.
  • Alpha, apesar de clima de suspense à volta da personagem, a sua aparição no último episódio acabou por ser algo decepcionante... Será culpa do actor Alan Tudyk (Serenity Firefly)
NOTA: 7 valores.

Corrida Mortal (2008)

Escrito por Pedro Pereira On 31.5.09 0 comments
PLOT:

Num futuro de crise, onde o desemprego e o crime imperam, só uma Corrida Mortal passada numa prisão de máxima segurança pode enterter milhões de espectadores em todo o mundo.

Get ready for a killer ride.

UPS:
  • Jason Statham como o novo "duro" de Hollywood. Não sendo um extraordinário actor, ele é perfeito para este tipo de papéis.
  • As cenas da Corrida Mortal, cheias de velocidade e de cheiro a pólvora.
  • Joan Allen! Quem diria que até num filme deste tipo, ela ficaria bem.
  • Natalie Martinez como Case. Como é normal neste tipo de personagens, não são as qualidades interpretativas que mais interessam... Ela supera as expectativas.
  • Enquadrando no género e naquilo que o filme pretendia alcançar. Acaba por ser um muito bom filme de acção.
  • Depois de realizar tantos filmes de acção, finalmente aparece um com que Paul W.S. Anderson parece ter acertado.
DOWNS:
  • Mesmo não sendo o mais importante, o argumento acaba por se verificar algo fraco.
  • Por vezes parecer demasiadamente parecido com um jogo de consola.
  • Foi pouco explorado o ambiente da prisão onde estavam inseridos.
  • A falta de ideias originais. Mais uma vez este filme é um remake de um filme de 1975, Death Race 2000, com David Carradine e Sylvester Stallone como protagonista.
NOTA: 7 valores.

Velozes e Furiosos (2009)

Escrito por Pedro Pereira On 24.5.09 0 comments
PLOT:

New Model. Original Parts.

UPS:
  • Os carros, as miúdas, a acção e adrenalina de algumas cenas.
  • A surpresa de uma morte prematura.
DOWNS:
  • O argumento inútil e inverosímil.
  • À imagem do filme, a pouca originalidade do título do filme
  • Vin Diesel que teima em não perder o protagonismo... O homem nem de duro sabe fazer.
  • Paul Walker. Parece um miúdo a brincar aos policias e ladrões.
  • Acabarem logo no inicio do filme com a personagem mais interessante e que nem era pelas suas qualidades interpretativas...
  • O sucesso deste filme, poder levar a um quinto filme... Sugestão para título de filme: "Two Many Fast and Furious".
NOTA: 5 valores.

Anjos e Demónios (2009)

Escrito por Pedro Pereira On 24.5.09 1 comments
PLOT:

Em pleno período de eleição de um novo Papa no Vaticano, o simbologista Robert Langdom é chamado para mais uma investigação que nos irá levar aos confins dos maiores segredos da igreja católica.

UPS:
  • Os belos cenários de Anjos e Demónios, que levam o espectador a conhecer algumas das preciosidades de Roma em geral e do Vaticano em particular.
  • A anti-matéria.
  • Ewan McGregor... De camerlengo pouco credível no inicio do filme a melhor prestação do conjunto de excelentes actores do filme. McGregor mostra uma vez mais toda a sua qualidade representativa.
DOWNS:
  • Mais uma vez, era demasiada história para um filme só. O filme peca por acelerar em momentos que mereciam maior explicação, ficando com isso a perder a personagem de Tom Hanks (R.Langdom), que não passa de mais um veículo para ajudar o fluir da história.
  • Ron Howard e a sua teima em estragar filmes com tanto potencial... O pior é que se farta de fazer dinheiro com isso.
  • Aylete Zurer como Vittoria Vetra. A culpa não é tanto da actriz, mas mais da história que não pode abrandar. Percebe-se a escolha da produção por uma actriz pouco conhecida, com o pouco protagonismo que lhe estava destinado... A personagem do livro merecia mais.
  • O mau aproveitamento da temática dos Illuminati.
NOTA: 6 valores.

TV >> O Fim de Prison Break

Escrito por Pedro Pereira On 17.5.09 4 comments
ANÁLISE:
Chegou ao fim Prison Break, a série que há quase cinco anos revolucionou a tv americana.
A premissa original de Prison Break, foi sem sobra de dúvidas revolucionária, Michael Scofield, o irmão que foi propositadamente para prisão, apenas com a intenção de tirar do corredor da morte, o seu irmão Lincoln Burrows, injustamente condenado por um homicídio que não cometeu.
A partir da prisão de Fox River, Scofield conheceu amigos, inimigos e ainda o seu amor Sara Tancredi, acabando por embarcar com todos eles numa luta cheia de avanços e recuos, mais ou menos espectaculares, contra a companhia, que originalmente tramou Burrows.
A série teve pontos altos e pontos baixos, os primeiros foram muito provavelmente conseguidos nas duas temporadas iniciais, que promoveram a evasão de Fox River e depois a fuga. A terceira temporada, passada numa prisão caótica no Panamá, foi de todas a temporada mais fraca, sendo que a série recuperou algum do seu brio numa quarta temporada, que à partida já foi feita para terminar a série.

UPS:
  • O corpo tatuado de Scofield a servir de mapa para a fuga de Fox River.
  • A ligação entre os dois irmãos protagonistas.
  • T-Bag. Ao longo de todas as quatro temporadas de Prison Break, foi o melhor e mais consistente vilão que a série teve.
  • O ambiente criado dentro da prisão de Fox River.
  • A primeira fuga.
  • Alex Mahone, principalmente enquanto funcionário da Companhia na perseguição dos 8 fugitivos de Fox river.
  • O final da segunda temporada. Com aquele final, os produtores criaram uma expectativa que não conseguiram cumprir na terceira temporada, acerca do ambiente da prisão do Panamá.
  • Gretchen Morgan, o melhor que aconteceu na terceira temporada foi encontrar esta personagem... É pena que tenha sido tão mal aproveitada na quarta temporada.
  • A volta que conseguiram dar à série, por forma a dar-lhe um digno final. Algo que já não se esperava com o caminho que a terceira temporada estava a levar, onde se chegou a falar no cancelamento da série.
  • O final da série... Como foi? Isso não revelo...

DOWNS:
  • Perderem tão cedo a personagem de John Abruzzi, a par de T-Bag, uma das melhores personagens criadas na prisão de Fox River.
  • E o dinheiro que os irmãos conseguiram no final da segunda temporada? Será que é assim tão fácil niguém mais dar importância aquela quantidade obscena de dinheiro.
  • A morte de Sara. Até se aceitava a decisão, mas recuperá-la para a quarta temporada foi o maior golpe de teatro da série.
  • As incrivéis coincidencias que começaram a acontecer, principalmente a partir de meados da terceira temporada.
  • Sylla. Sempre me pareceu demasiado inverosímel que algo tão poderoso como aquilo, pudesse andar de um lado para o outro numa malinha. Enfim... Hollywood.
  • Aquela data no final da série (quem viu sabe do que falo). Querem que acredite que isto tudo se passou num ano apenas? Ainda para mais quando Burrows diz no episódio 19 ou 20 da quarta temporada que foram 5 longos anos...
NOTA FINAL: 7 valores.

Dragonball Evolution (2009)

Escrito por Pedro Pereira On 12.5.09 2 comments
PLOT:

Quando Piccolo regressa do seu cativeiro de 200 anos em busca de vingança, só SonGoku e as sete bolas do dragão poderão salvar a Terra.

UPS:
  • O revivalismo e a saudade de uma das melhores séries anime de todos os tempos.
  • Chow Yun-Fat (Master Roshi) e Emmy Rossum (Bulma), os mais parecidos com as personagens da anime.
  • Alguns efeitos especiais.
DOWNS:
  • A anunciada decisão de não exibir Dragonball Evolution nos cinemas europeus, devido à péssima campanha nas bilheteiras americanas... Será que as distribuidoras internacionais querem mesmo combater a pirataria??? O filme pode não ser nada de especial, mas mais prejuízo que já deu (custos de produção) é impossível. A partir daqui tudo o que viesse seria minimizar estragos.
  • Argumento feito às três pancadas, tentando num curto espaço de tempo mostrar sem engenho, diversas referências dos episódios de Dragonball... É o que se chama "meter o Rossio na Betesga".
  • Temeu-se o pior e obteu-se apenas um pouco melhor que isso, com a escolha de Justin Chatwin para o papel de Goku.
  • Piccolo (James Marsters), o vilão ridiculo... A personagem não merecia.
  • A ausência de Krillin e a presença de Yamcha (Joon Park)... É caso para dizer, mas que raio era aquele personagem???
  • A nostalgia pelos nomes usados na versão portuguesa, Roshi como Tartaruga Genial, Piccolo como Satã e Chi Chi como Kika.
  • James Wong como realizador. A culpa está longe de ser apenas dele, a produtora deve ter influenciado muito na produção deste filme, mas Wong depois do primeiro filme de Último Destino (2000), nunca mais acertou o passo.
  • Aquele final... e mais não conto.
NOTA: 5 valores.
O filme é Um Amor Inevitável (1989) de Rob Reiner com Billy Crystal e Meg Ryan nos principais papéis... A cena que ninguém esquece é esta...
Can two friends sleep together and still love each other in the morning?

Iron-Man (2008)

Escrito por Pedro Pereira On 10.5.09 1 comments
PLOT:

When wealthy industrialist Tony Stark is forced to build an armored suit after a life-threatening incident, he ultimately decides to use its technology to fight against evil.

UPS:
  • A espectacular performance de Robert Downey Jr. como Tony Stark... Arrisco mesmo a dizer, que não havia ninguém melhor que ele para este papel. A sua interpretação combina na perfeição a boa disposição do melhor de Mel Gibson (Armas Mortíferas e Teorias da Conspiração) e a genialidade de Doc Brown (Christopher Loyd em Regresso ao Futuro).
  • Não cair na tentação do mais comum dos blockbusters, conseguindo parecer um filme sério, desde o inicio até quase ao fim do filme... A cena final de confronto, apesar de necessária, ajuda a retirar parte do realismo até então conseguido pelo filme.
  • Jon Favreau (Zahura), o mais improvável dos realizadores de um filme high budget como este, acabou por supreender como uma realização capaz, cheio de belos planos, boas sequências de acção e detalhes preciosos... Pela amostra do primeiro, seja benvindo à realização de Iron Man 2.
  • O restante elenco, Downey Jr. é preponderante, mas há também que realçar as belas prestações dos secundários Jeff Bridges e Gwyneth Paltrow.
DOWNS:
  • Nem todos os filmes baseados em super-heróis conseguirem manter a dose de sobriedade necessária e que Iron Man conseguiu.
  • A cena do confronto final... Soube a pouco e faltou ali qualquer coisa.
  • Eu não poder ter um fato como o do Tony Stark :p
NOTA: 8 valores.
O cinema tem destas coisas, há cenas que teimam em não os sair da cabeça. Eu vi o Shining (1980) de Stanley Kubrick, pela primeira e única vez, à cerca de um ano e esta cena continua bem viva na minha cabeça... Que excelente fotografia! Adoro a leveza da câmara de Kubrick. Que Saudades!

Stanley Kubrick's epic nightmare of horror.

A Troca (2008)

Escrito por Pedro Pereira On 12.4.09 0 comments
PLOT:

A mother's prayer for her kidnapped son to return home is answered, though it doesn't take long for her to suspect the boy who comes back is not hers.

UPS:
  • Ser realizado por Clint Eastwood.
  • A forma como Eastwood retrata o sofrimento e luta de uma mãe que apenas quer o seu filho de volta.
  • Angelina Jolie a mostrar uma vez mais que não é só corpo e que tem talento para rivalizar com as actrizes mais talentosas da sua geração.
  • A excelente interpretação de Jeffrey Donovan como Chefe da policia de Los Angeles. Ele consegue ser cruel e insensivel e ao mesmo tempo mostrar que ele mesmo não concorda com o que está a fazer.
  • As grandes actuações do miúdo Eddie Alderson como Sandford Clark e do "psicótico" Jason Butler Harner como Gordon Stewart Northcott.
  • O argumento. A história é baseada em factos reais terríveis, sendo que para passar ao grande ecrã nada podia falhar... e não falhou.
DOWNS:
  • O filme não ter sido nomeado para os Óscares.
  • O mediatismo que Gran Torino, o outro filme de Eastwood de 2008, está a ter, pode fazer com que este A Troca caia rapidamente no esquecimento.
NOTA: 8 valores.

Saw IV (2007)

Escrito por Pedro Pereira On 12.4.09 0 comments
PLOT:

You think it is over...but the games have just begun.

UPS:
  • A carnificina e sangue mostrados sem qualquer pudor.
  • As engenhocas assassinas bastante criativas.
  • A autópsia ao Jigsaw logo no inicio do filme.
DOWNS:
  • A fórmula que começa a ser repetitiva.
  • Já não existir grande coerência na história, estando por isso a descambar para os vulgares filmes de terror que são feitos uns atrás dos outros.
  • A estupidez característica das personagens vitimas do Jigsaw.
NOTA: 6 valores.

Nunca é Tarde Demais (2007)

Escrito por Pedro Pereira On 11.4.09 1 comments
PLOT:

Two terminally ill men escape from a cancer ward and head off on a road trip with a wish list of to-dos before they die.

UPS:
  • Os dois actores. Morgan Freeman e Jack Nicholson personificam bem os dois homens à beira da morte, mas com muita vontade de viver
  • A rebeldia espontânea de Jack Nicholson.
  • A sensatez habitual de Morgan Freeman.
  • Os belos planos obtidos pela câmara de Rob Reiner.
  • A vontade de viver, que este filme personifica.
  • O twist final.
DOWNS:
  • Apesar das boas interpretações de Freeman e Nicholson, não deixa de parecer pouco para estes dois actores, pois ambos acabam por personificar personagens clichés das suas carreiras.
  • A angustia que uma morte anunciada pode causar.
NOTA: 7 valores.

Juventude Perdida (2001)

Escrito por Pedro Pereira On 29.3.09 0 comments
PLOT:

Whilst on a family vacation on the Mahurangi Peninsula in New Zealand, 13-year-old Janey begins to realize that her parents' marriage is on the rocks.

UPS:
  • A jovem Janey (Alicia Fulford-Wierzbicki), ela é o motor de todo o filme. Tudo gira à sua volta e nada funciona nas cenas em que está ausente.
  • A excelente banda sonora.
  • As belas paisagens da Nova Zelândia
  • A colecção da qual faz parte este filme - 30 Anos, 30 Filmes do Fantasporto.
DOWNS:
  • O ritmo da história.
  • O fraco desempenho de todos os outros intervenientes que não os dois jovens actores.
  • A falta de engenho a explorar o tema da "jovem lolita".
  • Fazer parte da excelente colecção 30 anos Fantasporto.
NOTA: 5 valores.

O Oposto do Sexo (1998)

Escrito por Pedro Pereira On 29.3.09 0 comments
PLOT:

A 16-year-old girl visits her gay half-brother and ends up seducing his boyfriend, thus wreaking havoc on all of their lives.

UPS:

  • A narração de Christina Ricci. O filme já foi há 11 anos, mas já na altura, Ricci mostrava-se como um dos símbolos da rebeldia da sua geração.

DOWNS:
  • A abordagem feita ao tema da homossexualidade é já um pouco datada.
  • Demasiadas personagens clichés.

NOTA: 6 valores.

Valquíria (2008)

Escrito por Pedro Pereira On 22.3.09 0 comments
Pensar em Tom Cruise na pele de um oficial alemão em plena Segunda Guerra Mundial, era algo muito pouco previsível até começarem os primeiros rumores que o actor americano de Top Gun e do franchise Missão Impossível, entre outros filmes, iria encarnar a pele do Coronel Claus von Stauffenberg, um dos poucos heróis de guerra da Alemanha Nazi, que ficou famoso devido aos seus planos para matar Adolph Hitler e devolver a paz à Alemanha.

O filme de Bryan Singer, realizador famoso pelo magnífico Os Suspeitos do Costume e dos dois primeiros X-Men, é tudo o que menos se poderia esperar. Com Tom Cruise como protagonista, o normal seria pensar que este Valquíria não passaria de mais um blockbuster em que o actor americano interpretaria uma vez mais o papel de herói nacional (ou quase herói), desta vez ao serviço da nação alemã… Nada disso! Bryan Singer foi capaz de muito mais que isso. Com uma sobriedade que já é costume nos seus filmes, Singer faz-nos esquecer durante as duas horas de duração do filme, que até já sabemos o seu final, fazendo-nos ficar colados à cadeira em permanente ânsia do que se vai passar a seguir. Este permanente suspense, apenas é possível porque o realizador explora com mestria todos os tempos de acção dos seus actores, integrando-os na perfeição com cada segmento de imagem, que simultaneamente conferem ao filme uma enorme sensação de realismo e de muita curiosidade no espectador.

Se a escolha de Tom Cruise foi totalmente inesperada, principalmente devido às suas características morfológicas e ao seu estatuto de ícone do cinema americano, há que dizer que a sua interpretação do Coronel Claus von Stauffenberg vem uma vez mais confirmar a capacidade única de Cruise enquanto actor versátil e não apenas como o tradicional “American Hero” que o popularizou em muitos dos seus filmes mais rentáveis. Em Valquíria, Cruise teve o desafio extra de ter que representar uma personagem com menos dois dedos numa mão, a totalidade da outra e ainda cego de um olho, no entanto o desafio foi claramente superado, pois apesar das dificuldades extra, o actor consegue ainda assim ser, sempre que o filme assim o exige, frio, convincente, apaixonado, empenhado, cauteloso e até destroçado, tudo isto com um realismo capaz de convencer o espectador mais renitente.

Quanto aos outros actores destacar a serenidade de Terrence Stamp no papel de Ludwig Beck, um dos homens por detrás deste golpe que quase derrubou a Alemanha Nazi e ainda Tom Wilkinson que encarnando a pele do General From, líder do exército de reserva, crucial para execução do plano de von Stauffenberg, é exímio a demonstrar o sentimento ambíguo de alguns dos oficiais alemães que mesmo não concordando com as politicas de Hitler, ainda assim cediam perante o medo de serem considerados traidores.

Por último, salientar que tal como em muitos outros filmes, a opinião final deste Valquíria está longe de ser definitiva, este é um perfeito exemplo de filme que sobrevive pelas expectativas que cria. Assim, mesmo estando longe de ser uma obra de arte ao nível dos melhores filmes sobre a Alemanha Nazi, Valquíria conquista o espectador precisamente por aquilo que à partida o mesmo não está à espera de ver, ou seja, o clima pausado, mas de tensão permanente, por oposição à euforia desmedida que habitualmente nos bombardeiam os blockbusters de Hollywood.

Nota: 8 Valores.

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